Traduzir e localizar é um bom plano

Traduzir e localizar

As organizações tendem a encarar com normalidade o desenvolvimento de uma estratégia de marketing alicerçada na evolução tecnológica. Da mesma forma que veem atualmente os mercados globais muito mais próximos e interessantes para a expansão do seu negócio.

Nesta dicotomia, ter um plano de tradução e localização é algo lógico e até fundamental, de facto, apenas 25% dos utilizadores na Internet falam inglês, seguindo-se o chinês com quase 20%, espanhol, árabe e português, distribuem-se em mais ou menos 16% e completam o Top 5.

A Índia, por exemplo, é presentemente um dos mercados mais emergentes e é também uma das culturas multilinguísticas mais expansivas, com cerca de 22 línguas oficiais. Levando em conta um estudo feito pela Kantar em parceria com a Google, constatamos que neste país, cerca de 90% das pessoas que querem comprar um carro, leem previamente as revisões que estão disponíveis online. Com esta evidência, sabemos que a potencialidade de corresponder a um público-alvo identificado é grande. Quando os materiais de pesquisa são especificamente preparados para um determinado alvo, a probabilidade de se ser bem-sucedido no negócio aumenta exponencialmente.

Esta informação é tanto mais clara, quanto se pensarmos que, ninguém irá adquirir um produto se não entender o que está a comprar. Por esse motivo, investir em marketing adaptado à localização é uma forma de impulsionar o crescimento global de um negócio.

O SEO internacional.

O público-alvo terá de ser o foco da estratégia. Para tal, é essencial saber a forma como essa audiência pensa e como é que se deve apresentar o produto. A única maneira de conseguir ser eficaz nesta comunicação, é recorrendo a tradutores humanos profissionais. Os tradutores automáticos não vão levar em linha conta as especificidades culturais. Eles ficarão aquém do objetivo de tornar uma campanha, ou uma simples informação, apelativa e compreensiva.

Melhorar a experiência e satisfação dos clientes.

As grandes multinacionais abrem centros estratégicos nos quatro cantos do mundo. A vantagem desta deslocalização, além do fator logístico em servir de forma mais próxima os clientes, reside no fator cultural que os empregados desses centros potenciam. Ao contratar pessoas do meio, a empresa não só se culturaliza com aquela região, como promove a divulgação dos seus produtos tendo em conta o público a que se destina. Ainda que de forma involuntária, os nativos que ali laboram, são os primeiros intérpretes entre a empresa e os clientes, ajudando também na estratégia de localização.

Manter o contacto.

Chegar a novos mercados internacionais por via da tradução e localização, poderá ser um investimento desafiante para muitas organizações. A estratégia deverá passar por escalar a nível de importância, o conteúdo que eventualmente poderá trazer retorno. A página web, o conteúdo dos e-mails de marketing, as apresentações digitais de produtos, etc. Ao fim do dia, os clientes valorizarão a experiência e a organização. Por via do saber acumulado noutras latitudes, poderá também melhorar os seus produtos e enriquecer as suas relações comerciais.